Assinatura Digital

5 maneiras pelas quais a assinatura digital pode ajudar os profissionais de saúde

Simples, mas poderosas, as assinaturas digitais são ótimas ferramentas para as organizações de saúde. Afinal, aliadas ao PEP elas podem manter a documentação do paciente, cobranças ou o gerenciamento de processos de saúde em formato digital. Assim se economiza muito dinheiro em custos relacionados à gestão hospitalar.

Além disso, a tecnologia provê a capacidade de assinar e enviar documentos em qualquer lugar com conexão a internet, gerando eficiência, aumentando a produtividade, reduzindo de custos, entre outras maneiras pelas quais a assinatura digital pode ajudar os profissionais de saúde. Trabalhando em conjunto com sistemas de gestão hospitalar, como o GED, a tecnologia de assinatura digital se torna uma grande aliada das instituições da saúde.

1. É possível aumentar a produtividade dos profissionais de saúde

Quando os profissionais de saúde trabalham com a assinatura digital eles descobrem que a produtividade da instituição médica passa a ter ganhos substanciais. A plataforma de gestão da organização ajuda a reduzir o retrabalho dos funcionários ao digitar informações médicas. Dessa forma também se reduz o número de erros nos registros dos pacientes.

Além disso, é possível reduzir o tempo gasto nos procedimentos de cobrança e nas comunicações com as companhias de seguros. Por meio da assinatura digital, os provedores podem reduzir suas despesas não relacionadas à assistência médica, como manutenção, armazenamento e recuperação de registros, por exemplo.

2. Reduz custos com a eliminação de documentos impressos

Os formulários em papel para pacientes podem ser um grande aborrecimento para pacientes e funcionários. Afinal eles precisam ser digitalizados ou redigitados, as notas manuscritas podem ser difíceis de ler e os pacientes as vezes esquecem de preencher as informações essenciais.

Com assinaturas eletrônicas as organizações de assistência médica eliminam a necessidade de imprimir, digitalizar e manipular documentos. Assim, essas instituições recuperam o controle e a visibilidade de suas operações. Esse é o resultado de manter os processos completamente eletrônicos, do começo ao fim.

Dependendo do caso, clientes da E-VAL acabam reduzindo em 80% gastos com a impressão o que torna a assinatura digital um investimento para quem usa.

3. Maior eficiência na assistência de pacientes

A assinatura digital pode ajudar os provedores de assistência médica com procedimentos que incluem admissão dos pacientes, assinatura de formulários de permissão, contratos com fornecedores, tratamento de reclamações relacionadas a seguros e muitos outros assuntos do dia a dia. Enfim, em toda jornada do paciente ajudando na transformação digital do hospital.

4. Garante a integridade de informações médicas

A tecnologia empregada pela assinatura digital permite que os provedores aumentem a integridade de seus dados e garantam a autenticidade das assinaturas em documentos médicos.

5. Aumenta a conformidade com a legislação e órgãos de controle de saúde

Os recursos de assinatura eletrônica atendem regulamentos federais relevantes que tratam a verificação e autenticidade de identidade. Dessa forma, a assinatura digital facilita o atendimento a exigências de legislações referentes à saúde, órgãos de controle e certificação.

Em seus sites e nas diversas situações que fazem parte de um atendimento médico, várias instituições de saúde oferecem aos clientes uma visão completa de como seus produtos e serviços aprimoram a conformidade no que diz respeito ao manuseio de informações do paciente em um ambiente digital.

A crescente adoção de assinaturas digitais no setor de assistência médica pode ser atribuída à necessidade da eficiência administrativa e melhor gerenciamento de registros e dados.

Além disso, nos últimos anos foram aprovadas novas legislações relacionadas a saúde, proteção e privacidade de dados. Por exemplo, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que exige a proteção dos registros médicos digitais dos pacientes.

Encorajado pelas melhorias e benefícios econômicos resultantes, o setor de saúde está cada vez mais tomando o caminho para soluções de assinatura digital.

Proteger pacientes será sempre uma prioridade das instituições da saúde

Benefícios à parte, proteção e privacidade de dados, segurança e esforços nas respostas a violações devem ser sempre uma prioridade para as instituições de saúde. Afinal, qualquer atitude diferente a essa ordem deixa os pacientes em grave risco.

Entretanto, ainda temos uma longa jornada até atingirmos o nível de maturidade adequado em relação ao uso de tecnologias como a assinatura digital e à prioridade em segurança. Vários executivos de saúde ainda acreditam que existem muitas outras prioridades que precisam vir antes do investimento em uma segurança cibernética mais forte.

Infelizmente, estatísticas sugerem fortemente que alguns tomadores de decisão na comunidade de saúde ainda veem a necessidade de mais segurança como injustificada.

Há aqueles ainda que tratam o pedido de mais segurança apenas um discurso alarmista de especialistas em segurança da informação ou fornecedores que esperam vender mais software e hardware.

Esse argumento poderia resistir a uma apuração, não fosse a longa lista de violações de dados que foram relatadas nos últimos anos. Muitas das quais, inclusive, poderiam ter sido evitadas com a adoção da assinatura digital.

O custo da insegurança é um risco que deve ser evitado

Se você é responsável pelo bem-estar financeiro da sua organização médica, sem dúvida uma pergunta que vem à mente é: quanto me custará se eu não proteger adequadamente informações médicas e dados pessoais dos pacientes?

Embora a proteção das informações do paciente envolva questões legais e éticas, vamos nos concentrar apenas nas questões financeiras no momento.

Estima-se, por exemplo, que as organizações de saúde americana gastem cerca de US$ 6 bilhões por ano como resultado de violações de dados. Como isso não diz muito sobre o custo de uma violação individual, é preciso examinar mais de perto as despesas específicas.

Seguindo ainda o contexto americano para ilustrar o nosso exemplo, se as informações de saúde protegidas de seus pacientes estiverem comprometidas e uma investigação federal determinar que sua organização compartilha parte da responsabilidade pela perda de dados, espere que cada violação custe entre US$ 100 e US$ 50.000.

Isso é por registro do paciente. Portanto, um laptop roubado contendo registros não criptografados de 1.000 pacientes pode custar entre US$ 100.000 e US$ 1,5 milhão em multas.

Esse cenário não está distante do contexto brasileiro. Principalmente quando você considera legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que prevê multas que podem chegar a 2% do faturamento da empresa, ou 50 milhões de reais.

Além da multa, as empresas que não se adequarem à legislação também enfrentarão outras penalidades, como a dificuldade em fechar parcerias com outras operadoras de serviço, impactos relacionados à imagem e perda de credibilidade, por exemplo.

Exemplo prático do impacto

Em 2009, o Massachusetts General Hospital (MGH) concordou em pagar US$ 1.000.000 para resolver uma violação da HIPAA que afetava apenas 192 pacientes.

O escritório de direitos civis americano fez com que o hospital assinasse um acordo de resolução exigindo que “desenvolvesse e implantasse um conjunto abrangente de políticas e procedimentos para proteger a privacidade de seus pacientes”.

O acordo resultou de uma investigação que começou com uma queixa apresentada por um paciente cujas informações médicas foram expostas. Como os 192 pacientes afetados pela violação estavam sendo tratados pela prática ambulatorial da Mass General Infectious Disease Associates, isso incluía pessoas com HIV e/ou AIDS.

A exposição de dados dos pacientes não apenas ameaçou expô-los ao roubo de identidade, como também revelou sua condição médica. Trata-se, sem dúvida, de uma informação pessoal que diversas pessoas gostariam de manter em sigilo.

E, embora o incidente envolvesse documentos em papel, o mesmo julgamento provavelmente teria sido feito se fosse uma violação eletrônica.

Outros problemas

Uma análise de outras violações que resultaram em multas revela muitos erros de segurança cometidos por várias organizações de saúde. Entre eles estão os seguintes:

  • Roubo de fitas de backup, discos ópticos e laptops com informações médicas de pacientes não criptografadas.
  • Descarte de informações confidenciais de pacientes em lixeiras que foram acessadas por pessoas não autorizadas.
  • Divulgação de informações de pacientes a terceiros que não possuíam proteção ou restrições, a exemplo de assinaturas e certificados digitais em procedimentos administrativos, técnicas e físicas. 
  • Exposição de dados do paciente como resultado de deficiências de segurança em um banco de dados de aplicativos online.
  • Falhas ao mover dados de pacientes para servidores acessíveis ao público.
  • A permissão de funcionários não autorizados a visualizarem informações protegidas sobre a saúde de pacientes.

A conformidade bem sucedida com legislações e regulamentações do setor requer estratégia para avaliar e abordar os riscos de informações eletrônicas de saúde protegidas regularmente.

Isso inclui a análise de sistemas em busca de vulnerabilidades não corrigidas e software não suportado, a melhoria contínua em processos e padrões de segurança e o investimento em infraestrutura tecnológica que impede deixar as informações do paciente suscetíveis a malware e outros riscos.

E-VAL Saúde, uma empresa do Grupo E-VAL

A E-VAL Saúde é uma empresa especializada em certificação digital, segurança da informação, com foco em assinatura digital, autenticação e proteção de dados, em especial para assinatura digital de prontuários eletrônicos do paciente, gerenciamento eletrônico de documentos e demais documentos de seu hospital, operadora, laboratório ou clínica. A E-VAL Saúde tem mais de 10 anos de experiência no mercado da saúde.

Fale conosco, os especialistas da E-VAL Saúde terão o maior prazer em atendê-los, contribuindo para o desenvolvimento dos seus projetos e a melhoria contínua da segurança do seu hospital, operadora, laboratório ou clínica.